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Três Sinais de Seita disfarçada de Igreja:

Baseado na experiência missionária que o Senhor me incumbiu a realizar desde o ano de 1980 até 2013 em quase toda a América Latina e em maior tempo no Brasil, discirno no âmbito evangélico: 

Em tanto e em quanto não havia verdadeiros apóstolos na igreja atual, os sinais de uma seita travestida de igreja eram estabelecidos pelas doutrinas particulares, quando não manipulados policialmente ao fazerem “averiguações” e juízos particulares, sem qualquer base bíblica.
A genuína apostolicidade bíblica coloca a todos sob a lupa de Deus, sob o desenho original de igreja de Seu único dono, o Senhor Jesus, e sob a centralidade das Escrituras, conforme o Plano Eterno de Deus.

Desde esta ótica, o apóstolo vê que qualquer denominação, ministério, congregação, grupo, comunidade, associação ou fundação dita igreja é potencialmente capaz de se transformar genuinamente igreja, se os seus líderes se adequarem aos requerimentos de Deus para representá-lo na Terra em tanto e em quanto não estiverem divinamente julgadas por um ou até três dos sinais aqui apresentados. Daí que ele se gaste e gaste do seu para salvar “aos poucos que ainda não mancharam as suas vestes no meio delas”.

Estes tópicos são a espinha dorsal de um estudo exaustivo nas Escrituras e por uma Sociologia contextual e contemporânea da igreja evangélica que abordarei noutro espaço editorial. Por enquanto baste este resumo:

1.            Desde o ano de 1980 em que foram me trazer da Argentina com a minha família para pastorear e dar forma e estrutura à primeira igreja batista renovada de Santa Maria, RGS, a que se mantém e só cresce naquela cidade, “Ministérios Tito Berry” começou a estabelecer no Brasil, e a perfilar nele uma genuína apostolicidade que nada e ninguém podem acusar como fajuta.

2.           Em Santa Maria fazia radio com vários pastores de várias denominações locais. Absurdo para o cristianismo que ali existia! No ano de 2002 visitei ao presidente estadual da denominação em Porto Alegre, quem me recebeu com uma mesa de alto padrão como a um verdadeiro embaixador de Cristo, e também o presidente nacional de outra igreja pastoreada por mim em Lages me recebeu e ofertou uma ajuda missionária grande. Entre o meu primeiro pastorado e o incidente relatado aqui, se passaram 22 anos.

3.           Em Florianópolis formei o Conselho Pastoral com 68 pastores e no ano de 2004 ainda um pastor ficou em pé numa das reuniões e denunciou: “sabem por quem estamos hoje aqui unidos? por causa deste homem” - e apontou para minha pessoa. O conselho havia sido formado no ano de 1997, e sendo nomeado para presidente, deliberadamente pedi pelo Pastor José de Bem da Assembléia de Deus. Na mesma época, fui eu o único Pastor Evangélico a ter uma entrevista e a receber em sua casa a uma deputada da IURD, a Pastora Odete de Jesus, e um pastor e um bispo. Veja os anos que se passaram: 2004 – 1997 = 7 anos. 

4.           Em Blumenau fui o Pastor Auxiliar de um grande Ditador, que fez sofrer tanto a igreja, ao ponto de sua melhor anciã se suicidar, e hoje já há anos é falecido e eu continuo integro nas mãos do Senhor. Mesmo havendo tal sinal de seita, a do item 1, o impacto gerado por meu apostolado ali foi tal, que só não fiquei ali com o apoio de mais de sete famílias muito ricas, porque preferi perder tudo para não deixar uma nota de divisão. O item 3 apresentado aqui também influiu muito nas desesperadas ações de auto-salvação daquele líder.

5.           Em Lages promovi a unidade dos pastores enquanto pastoreava outra igreja batista, esta vez pentecostal, e na minha saída dali o Pastor Hugo da atual maior igreja na cidade despediu-me chorando com as seguintes palavras: “agora que Deus enviou a você para que aconteça esta unidade, precisa ir embora”, pois, o Estatuto do Estrangeiro ainda impossibilitava um cidadão da região permanecer aqui, até a vinda do MERCOSUL.

Organizei uma campanha para me ajudarem na construção do templo. Foram 14 igrejas-ministérios me apoiando, entre os quais estava também o Pastor Hugo e os Militares Evangélicos que estariam vindos a Itapoá para nos abençoar, devido a minha profunda amizade com eles até hoje. Foi um impacto que jamais tinha sido vivido na cidade. Dou nomes para que fique claro que não escondo nada. Os falsos irão atrás das provas. Os verdadeiros louvarão a Deus por uma vida de missionário intacta, a serviço do Rei.

6.           Em Curitiba pastoreei a Irmãos Menonitas, sendo quem a levou a experiência pentecostal no meio deles, convidando ao Pio de Carvalho da ABA para me ajudar. No ano de 2010, ainda, o presidente da Ordem dos Pastores dos irmãos Menonitas, o Paulo Quintino me levou à Convenção anual em Fazenda Rio Grande onde participei ativamente como se fosse pelo menos membro da denominação não sendo nada nela. E isto, depois de 19 anos em que fizemos a aliança para pastorear uma de suas igrejas, e sendo bem recebido por eles em múltiplas ocasiões durante esse tempo.

7.           Desde a Assembléia de Deus de Bom Retiro em São Paulo, cujo pastor é o Apóstolo Jabes Alencar, meu amigo e presidente dos Pastores de todo o Estado, até todo o Paraná, toda Santa Catarina, todo Rio Grande do Sul, e secundariamente em Minas gerais, Bahia, Goiás e Espírito Santo principalmente, dezenas de ministros e centenas de irmãos me conhecem e conheceram o meu trabalho por 33 anos servindo o Brasil.

8.           E ainda, a minha nomeação legal (registrada em Cartório) da Espanha aqui no Brasil, a minha nomeação como Conselheiro Federal do CFP, as minhas várias credenciais de Conselhos Pastorais do Brasil, além dos títulos universitários, a Academia de Ensino de Capelania, cujo CNPJ atualizado não volto a divulgar por causa do que eu chamo ‘Efeito Lessak’, um vírus difamador de servos de Deus, tudo prova que eu realmente primeiro SOU, depois SEI e FAÇO... muito mais que muitos que são autoridades sectárias inventadas pelos homens. Sou como uma pérola dentro de uma concha. Não me exibo nem me promovo. Nem alardeio poderes extralimitados. Penso que se uma pessoa de Deus quiser receber algo a mais de Deus, deveria buscar descobrir onde estão as pérolas de Deus, assim como eu o fiz desde os meus 11 anos de idade e já por 49 anos e seguirei humilde (na graça de Deus) sabendo que nada sei, e que tudo quanto vivo Deus hoje, é infinitamente mínimo na insondabilidade das riquezas de Cristo (Ef. 3.8).

9.           Na cidade de Londrina, Paraná, o cansaço me ganhou. Sempre tive certeza da enorme paciência divina com a qual fui dotado para o Ministério, tanto em saber ouvir, esperar, tolerar deficiências, diferenças, teimosias, ignorâncias e maldades, como em ter que suportar os ismos justificando culturismo, relativismo, satanismo, até que o Espírito em mim disse Chega! Eu já falei! Vamo-nos daqui! Muitos confundiram a minha paciência com ignorância e falta de caráter, mas veja:  

Depois de dois anos sentado no banco, quieto, apenas assistindo “cultos” e shows, e algumas poucas vezes pregando nos trabalhos da igreja, porém sempre do lado do Pastor, ajudando-o em múltiplos conflitos, em diálogos privados como reuniões de trabalho empresarial onde a minha palavra é tida como a de um “ancião” da igreja, já que não toleravam a visão apostólica, até que decidi dar o meu adeus, o que comoveu a toda uma denominação no Estado, como quase uma hecatombe estrutural.

Para os afetados sobreviverem na descoberta daqueles males mencionados, principalmente a dominância ditatorial (e nem tanto uma relutância em serem pastoreados) como pela impossibilidade de sê-lo por causa das estruturas denominacionais, preferiu-se matar o profeta estrangeiro.

10.         Em Itapoá, Santa Catarina, vim cooperar com um “pastor” e aqui me devotei insistentemente a “estar do lado” do dirigente da congregação, porfiando com muita paciência para que apartasse um tempo pelo menos uma vez a cada quinze dias para me conhecer e participar do que Deus me deu para a igreja.
Minha luta ia-se pelo ralo a cada dia, até que um Diácono de nome Ivo pediu para que houvesse um estudo para formação de obreiros às segundas feiras. Iniciei o trabalho e apenas dera a primeira lição das oito sugeridas, os obreiros ficaram “loucos por Jesus e a Sua Palavra”. Esclareci meridianamente a cada passo que dava que não estava dando estudos bíblicos, nem tentando reformar nada, introduzir novas doutrinas, nem me imiscuindo na organização.
Tudo parecia começar a se destravar, como uma sanga que estava sendo desentulhada, e a alegria e a unção de Deus abundou, até que a pertinaz e infantil falácia dominadora do líder e sua esposa, e uma excessiva ignorância para ocupar tão sagrado ofício pastoral, como também a crônica situação de perturbação psicológica de ambos, o ciúme, a desconfiança, o baixo nível educacional vingado por um alto e doentio conceito de si, levaram aos dirigentes da obra a desafiar publicamente a quem quer que tente mexer sequer minimamente na sua estrutura. De uma hora para outra ruiu tudo, e eu fiquei difamado gratuitamente, e injuriado maldosamente.

Nunca tinha tido uma experiência tão feroz e aleivosamente defensiva da tradição, a religião, o misticismo, o puritanismo absurdo, e o esoterismo travestido de manifestações do Espírito, com tanta sanha e ferrenha contumácia como aqui.

Compreendi ao fim, que se Jesus foi acirradamente confrontado por fariseus e saduceus, muito mais seriam modernos apóstolos (ainda que verdadeiros) lidar com um cristianismo farisaico e saduceu intensificado por dois milênios de império das trevas. Entretanto, como o dono da vinha enviou vários servos a receber os seus dividendos, esse pastor tinha recebido a vários servos de Deus ali, até que finalmente o Senhor me enviou a mim, com um ministério que destrói para voltar a edificar sobre os fundamentos de Cristo e os Apóstolos tal qual a Bíblia ensina, buscando com amor e paciência fazê-lo reagir ao amoroso chamado de Deus às mudanças de raiz, mas o pastor acabou matando talvez o último dos enviados do Dono da Obra.

Seus argumentos, ainda que no começo lhe oferecesse ensinar as minhas credenciais, foram: “De que pára-quedas você caiu aqui.” Desrespeito a quem me recomendou a ele para servi-lo.
“Por que você não tem “igreja” nenhuma” (nem sabe do que falam; o hibrido ‘igreja’ na boca deles se converte em mais um palavrão). E ainda tentaram “expulsar demônios” de mim, ao que reagi: Não vão expulsar o que nunca houve e não está em mim. Blasfema pura de uma mulher e um homem feiticeiros e bruxos, no mais estrito sentido espiritual.
“Com razão nem a tua família te quer” (não me inquieta nem um mínimo; sei quem sou, e eles são os que correm aos filhos da casa, e infernizam aos poucos crentes que ainda ficam por perto). Não era para menos tamanha perversão do caráter pastoral pretenso, posto que os membros estivessem já reclamando mudanças na base da luz nas Escrituras que estavam recebendo. E quem já não sabe distinguir a sua mão direita da esquerda, perdeu a consciência, e agora chama certo ao errado e errado ao certo. Muitos se confundem pela luz da lamparina das obras humanas, porque a luz divina das verdadeiras Obras de Deus os cegou, porque as suas obras são más e não podem vir à luz, e desconhecem por completo a Palavra de Deus.

“Quem te recomendou confessou haver-se equivocado”. Absurdo infantil! Verdadeiro apóstolo não precisa que lhe recomendem e nem que lhe abram portas. Apóstolo verdadeiro caminha, viaja, fica e se esconde, e aparece só na guia do Espírito Santo.

Não depende do homem nem de dinheiro. Infantis amam serem ditadores, e obedecem como escravos os seus mais baixos instintos carnais de negar culpas, de se justificar, e de projetar culpas nos outros, como se os genuínos homens de Deus fossem meninos em Cristo como eles, e gostassem quanto eles de ficar discutindo e brigando por brinquedos. 

“Que Denominação ou Ministério te dá cobertura. Você não é nada, chegou aqui mentindo, arrasando tudo, etc.”. Não mesclo as coisas. Tento separar o joio do trigo dessa mescla infernal que está enredando a essas pobres criaturas aventuradas pelo Poder e a Fama cuja tentação Jesus venceu em Mateus quatro. Imediatamente veio me ver o proprietário da casa da qual o pastor e a sua esposa quiseram me despejar com a Polícia, e vários irmãos de outras denominações e até mesmo do grupo do tal “pastor”, solidarizados comigo motivando-me a permanecer na cidade. 

Eles não querem saber e entender que a igreja é local, e não setorial, e que os genuínos homens de Deus pastoreiam as ovelhas do Senhor nos limites da cidade, não da denominação ou das empresas particulares deles.

E no silêncio da noite, e a solidão de cada dia, junto ao carinhoso suporte emocional e material dos sinceros filhos de Deus que toda cidade tem, e que me vem até de longe, independente de denominações, sonho com ovelhas e cheiro a pasto orando e vigiando pelo povo que vive disperso como sem pastor, sabendo que todos podem regressar cada um aos seus interesses, menos eu: chamado, designado, ungido e capacitado para seguir como Paulo, até completar em meu próprio corpo “o que resta das aflições de Cristo, em benefício do seu Corpo, que é a igreja”. (Bíblia King James).
Quem foram os que não entenderam a Jesus e o perseguiram? Os fariseus e os saduceus. Os religiosos. Aqueles que já são presidiários perpétuos da religião e escravos de si mesmos, não têm como ouvir e obedecer a Deus. Isto, no entanto, não caracteriza fracasso da Palavra e o Ministério de Cristo nos seus verdadeiros apóstolos, ou impropriedade. 
Com razão, a única ocasião em que Paulo entregou a mais de dois “crentes” a Satanás “para que aprendam a não blasfemar” foi quando eles se obstinaram em seus raciocínios e idéias, e endeusaram as suas doutrinas prejudicando A Fé de Deus. Em mais nenhum outro caso. Este caso é o que corresponde à “maldição de Paulo” e que merecem esses agentes da espiritualidade anticristã travestida de igreja, para enganar a muitos incautos.  

Concluo: Entre vestir o traje denominacional, a toga apostólica dos falsos e o pegar a toalha e a água na bacia para lavar pés, preferi o último, porque creio piamente em que certamente “os últimos serão primeiros”, e tenho pressa em receber ao meu Amado, abraçá-lo e beijá-lo, e subir com Ele para adorá-lo por sempre e eternamente! Estou capitalizando para entrar antes. E como sei que Ele não vem às seitas a buscar os Seus, saio fora delas a cada nova e insalvável descoberta. 

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