EXTRAVAGÂNCIA GERALIZADA, ENDÊMICA. CONTAMINANTE!
Jesus disse “Eu ainda tenho muitas verdades que desejo vos dizer, mas seria demais para o vosso entendimento neste momento”. Jo. 16. 12. Se puderem ouvir e obedecer este aviso divino, poderão também aceder aos grandes mistérios de Deus para nós, para a igreja e para o Universo. Atréva-se!
Estamos vivendo um momento que resulta da acumulação extravagante de pecados, intolerâncias, corrupções, perversões e institucionalização do Mal.
Assim como já temos assistido a quedas de pastores e a divisão de igrejas em momentos dos mais álgidos; momentos estes em o que aberta e vergonhosamente é bizarro e cruel, e também de ruína total de sistemas políticos e governos absolutamente ocos e fracassados, "cristãos" e organizações religiosas injustos, certamente haverão de ser de extrema resistência para não ruir.
Esta é a hora em que impérios religiosos, líderes imperialistas governos ditatoriais, sistemas políticos extorsivos e cronicamente injustos comecem a se desmoronar rapidamente.
Simultaneamente, a Bíblia tem outra mensagem junto da que nos vinha advertindo minuciosamente sobre o que já está acontecendo. Porém, a calamidade e a degradação; a confusão e a hecatombe não atingiriam aos que permanecessem com Jesus, O Rei do Universo, e sim com “os que praticam atos maus, e não somente continuam fazendo, mas ainda aprovam e defendem aqueles que também assim procedem”. Rm. 1. 32.
Essa outra mensagem da Bíblia para os nossos dias nem é a pregação de um evangelho light, nem um evangelho que anuncie apenas a graça, o amor, o perdão, a tolerância, a humildade, o serviço, as boas obras. Tampouco se trata de uma pregação que denuncie o pecado, repreenda, traga à luz as coisas ocultas, examine, corrija, admoeste, expulse, corte, discipline, separe, e condene.
A maior parte destas ações é possível e até necessárias em determinados contextos, mas não necessariamente no contexto do verdadeiro e genuíno Evangelho de Jesus.
Examine, por favor, comigo de maneira sensata e desencarnada de sentimentos, idéias e predileções, e muito menos com hipocrisia. Examine à luz da Palavra de Deus junto do Espírito Santo, fazendo ‘sociologia’ necessária e filosofia inerentemente.
Toda ação repulsiva ou violenta, sempre gera também o contrário. A cada manifestação violenta, que tente impor-se ou que avance sobre os limites alheios, a privacidade dos demais, a esfera privada, sempre haverá uma reação em oposição.
Extravagância: estrafalario, excêntrico, estrambótico, estranho, raro, chocante, grotesco,
Antônimo segundo sentido da palavra extravagância:
Normalidade, palha, banalidade, despretensão, modéstia, simplicidade, despojamento, recato, sobriedade, reserva, recolhimento, segredo, chateza, singeleza, austeridade, frivolidade, trivialidade, futilidade, vulgaridade.
No entanto, uma coisa é verificar os sentimentos, as atitudes e as ações que se opõem pelo sentido oposto da palavra, ou antônimo, e outra coisa bem diferente é ver cada questão desde uma ótica que descreva ambivalências.
Por exemplo: a extravagância no uso da água pode levar a um governo a criar leis de austeridade (antônimos: extravagância-austeridade), mas uma lei ambivalente ao uso racional e necessário da água, seria, ironicamente, proibir a utilização da água ou trocar o seu consumo por coca cola...
Outro exemplo: uma ação grotesca, chocante, excêntrica seria um comportamento homossexual provocativo. Isto seria extravagante!
As manifestações do “orgulho gay” levaram a um político sugerir a manifestação do “orgulho heterossexual”. Isto é ambivalência!
Qualquer extravagância pode conviver com comportamentos de normalidade, simplicidade, de despojamento, recato, sobriedade, e até com a vulgaridade, sempre que o grau de extravagância não invada a privacidade alheia e os direitos públicos dos demais.
Entretanto, toda extravagância arbitrária, hostil, provocativa, de afronta, atrevida, atropeladora dos direitos alheios, invasora da esfera privada das demais pessoas, e violentas, necessariamente gerará sentimentos, atitudes e ações ambivalentes legítimas.
Até aqui, tudo parece justificar-se. Tudo pende para a concorrência e a habilidade de sucesso e imposição para a mudança de culturas, paradigmas morais e práticas religiosas, segundo a força, o capital e as habilidades de cada proponente do sentimento, a atitude ou a ação.
Dificilmente um governo, por mais alto conceito que tenha da população e por menos incoerente que seja em sua política, gestão e ações públicas e privadas possa controlar os sentimentos, as atitudes e as ações encontradas do povo; muito menos nos tempos em que vivemos como já referenciei, de acumulação extravagante de pecados, intolerâncias, corrupções, perversões e institucionalização do Mal.
E a Igreja como está? Escapa ela desta realidade extravagante que mina a sociedade e a domina, e prolifera descontroladamente?
Claro que não! É mais, a sua realidade é mista, inegavelmente. Assim como ela é divina, também é humana. Assim como é imaculada, é também vulnerável à contaminação. Mesmo ela sendo coluna e baluarte da verdade, da justiça e do amor, também está integrada de pessoas que violam tais valores e ainda promovem o Mal.
Qual deve então ser a mensagem que ela possa entregar ao mundo corrompido, ímpio e caótico, e a si próprio, talvez desde a voz dos que “não têm as suas doutrinas, quantos não conheceram o que aqueles chamam de profundidades”, essas “poucas pessoas que não mancharam as suas vestes”?
Agora me dirigirei a vocês. A estes que se consideram enquadrarem nas expressões bíblicas entreaspeadas, pedindo-vos pelas misericórdias de Deus que reflitam e se arrependam:
Primeiro, na Bíblia, não existe espaço para os inferiores julgar aos superiores. No caso do Juiz injusto, a mulher injustiçada devia orar dia e noite a Deus, o Juiz Justo, que lhe faria justiça em seu tempo, mas não fazer sedição, revolta, manifestação de rua, assalto, atropelo, invasão, e nenhuma ação de desrespeito e violência. Luc. 18. 1-8.
Deus não aprova a opressão. Certo! Mas tampouco aprova a rebelião e o deslocamento dos “marcos antigos que limitam as propriedades e que foram colocados ali por seus antecedentes”. Também não aprova Deus que “se ultrapasse os limites divisórios dos direitos alheios e que se invada os territórios protegidos”. Pv. 22. 28; 23. 10.
Segundo. O Evangelho é para ser obedecido, entretanto, não para ser imposto. Rm. 10. 16. Atos 17. 30.
Terceiro. A Igreja deve funcionar excelentemente com ordem, não desordem, para que os anjos que ainda permanecem obedientes a Deus não se rebelem vendo a má conduta dos filhos de Deus na terra.
Os Cinco Ministérios é um modelo de ordem. O apóstolo sempre pastoreia a pastores. O Mestre sempre é o responsável do ensino e a elaboração do cardápio e a autenticidade do alimento espiritual.
Não é normal que pessoas até rebeldes no meio do povo de Deus se erijam como “profetas”, “desenmascaradores de seitas e heresias”, “denunciadores de apostasia”, tudo suposto por eles no exercício ilegal e ilegítimo da interpretação particular e isolada da Bíblia, usurpando o ministério e o dom dos outros membros do Corpo, acumulando ministérios e poderes, sentindo-se iluminados, messiânicos, distinguidos por um suposto chamado de Deus e uma incumbência urgente, de “última hora” para a igreja, desrespeitando toda e qualquer forma e medida de ordem, sujeição, obediência, e fraternidade do Espírito necessário na vida da Igreja.
Quarto. Não se podem combater os males da alma caída por meio de outra alma caída. O Novo Testamento é claro: o espiritual se acomoda com o espiritual. Quem coloca a sua mente (alma caída) na carne, gera morte. Quem a coloca no Espírito gera vida.
A nossa batalha não é carnal, por tanto, esse sistema operacional nas igrejas de denunciar, julgar, criticar, afrontar e até o que parece “santo, justo e legítimo”: confrontar com a Bíblia, nada mais é que a ambivalente manifestação do mesmo espírito de rebelião e ira que está manifestado exageradamente no mundo, e que o domina extravagantemente.
Conta-se que um irmão recém convertido teve a oportunidade de dar seu testemunho público a respeito de sua mudança, quando retratou a forma como maltratava a sua mulher não sendo ainda do Senhor, e graficou assim: quando eu não era crente, quando brigava com a minha mulher pegava qualquer coisa que tivesse por perto, e batia nela. Agora que sou crente, quando brigo com ela só dou alguns esmurros...
Qual é a diferença? Será diferente bater na vida mundana por diferenças com o vizinho, e hoje bater com doutrinas? Por favor, não se enganem! O espírito é o mesmo, só que uns vêm com tridentes e outros com batina e gravata e uma Bíblia na mão!
Quinto. Não é questão de liquidificar o Evangelho ou justificar a sua ineqüalidade, ou qualidade de inócuo, que não provoca prejuízo; que não ocasiona danos; aquilo que é inofensivo ou não oferece perigo para determinado interesse. Que não oferece perigo moral ou psicológico a qualquer moralidade ou crença contrária; que não ofende moralmente aos seus oponentes gratuitos.
Pois, na sua prática, esse evangelho que não consegue atingir a real finalidade ou propósito existencial, poderíaser considerado como de ensinos e pregações inócuas e insossas.
Sem estarmo-nos manifestando assim, deve-se declarar radicalmente que o verdadeiro Evangelho tampouco é confrontativo, denunciador, petista (que tudo retifica) e místico (que se acham enviados por Deus para tal).
Falar a verdade, sem pregar a Verdade, o Evangelho que salva transforma e potencia, é falar a mesma mentira do mundo caído, só que disfarçada de veracidade.
Gastar e gastar-se em viver denunciando, batendo nos falsos, nos enganadores, nos erros, nas vaidades, nas fraudulências e falsificações, nas heresias e as falácias, e argumentando de maneira convincente pela Bíblia para impressionar serem messiânicos inigualáveis aos quais seguir, aproveitando-se da tremenda ignorância da Bíblia da maioria, do espírito de anarquia e rebelião que domina a sociedade, do extravagante relativismo dominante e avassalante da igreja, e do revanchismo não tanto ao poder do Evangelho senão à sua inoperância, produzirá no mínimo o seguinte:
1. Maior intolerância
2. Maior rebelião
3. Maior inclinação ao Mal
4. Maior ignorância, porque numa briga ninguém pega um livro para descobrir melhores condutas, senão que se ira e atua irreflexivamente, ou por raiva ou vingança, e então...
5. Maior violência
6. Comunhão com os que já detestavam o Evangelho, a Igreja, os Pastores, com mais razão agora eles renegarão contra tudo
7. Maior quantidade de seitas, heresias e grupos marginais e erráticos, até perigosos para a saúde da sociedade. Está acontecendo em Porto Rico. Ali é tão forte o legalismo pentecostal, que dali estão saindo as maiores seitas erráticas, para todo o mundo.
8. Confusão a respeito da Salvação e Escravidão ao Legalismo e a Ortodoxia fria, seca e sem vida.
9. Inimizades irreconciliáveis, e;
10. Injustiças incalculáveis.
Irmãos amados: Parem com isso! Evangelho é outra coisa. Se Ele é o Poder de Deus, porque pressionam, acusam, condenam, e tentar converter a todos os que pensam diferente, ou talvez estejam no pecado?
Se considerarem serem chamados por Deus para essa missão, porque não o fazem internamente na Igreja, e não em público? Por que não se submetem às autoridades da Igreja, e humildemente pedem serem examinados tanto em o que ensinam como na vida que vivem? Uma dos maiores sinais do engano é o orgulho e a obstinação em não aceitar a ninguém fora do que se pensa; muito menos um discipulador.
Que tal se por cada dia de vinte e quatro horas, e por cada escrito publicado contra a suposta apostasia que denunciam vocês pregassem na rua a uma só pessoa, não seria, por caso, muito mais valido?
Tenham em conta que Paulo nos ensinou que tudo quanto se edifique com ouro, prata, e pérolas preciosas, que tipificam a Divindade e os elementos divinos na nossa alimentação espiritual, terá recompensas, mas tudo quanto seja madeira (o melhor da cultura humana), feno (o melhor dos crentes) e palha (o pior do pecado, o maiormente perverso, errado e enganoso), se queimará totalmente no Juízo de Deus.
Acordem hoje, antes de chegar o dia em que serão culpáveis da morte eterna de milhões que os ouvem e os seguem!
Quanto mais teimem nesse falso "ministério", mas condenação se acarretam e mais ingênuos estão sendo levados ao inferno, na ingenuidade de que são zelosos da verdade e fieis para com Deus. É o conjunto Igreja, não o indivíduo que é coluna e baluarte da verdade, e sou "eu"que deve ser parte e não um apregoador apocaliptico para que os outros sejam.
Juão Batista pregava palavras duras, e ainda quando o modelo a seguir não seja ele, senão Cristo que é manso e humilde, João era categórico em favor da família e para reconciliá-los, e não de doutrinas teológicas. Mt. 11. 12-19; Lc. 1. 17.
Deus não lhes mandou fazer apologia. A obra de convencer de pecado, de justiça e juízo é do Espírito da Verdade, não nossa. João 16. 8. Deus tenha de todos nós misericórdia!
Apóstol Tito Berry
Jesus disse “Eu ainda tenho muitas verdades que desejo vos dizer, mas seria demais para o vosso entendimento neste momento”. Jo. 16. 12. Se puderem ouvir e obedecer este aviso divino, poderão também aceder aos grandes mistérios de Deus para nós, para a igreja e para o Universo. Atréva-se!
Estamos vivendo um momento que resulta da acumulação extravagante de pecados, intolerâncias, corrupções, perversões e institucionalização do Mal.
Assim como já temos assistido a quedas de pastores e a divisão de igrejas em momentos dos mais álgidos; momentos estes em o que aberta e vergonhosamente é bizarro e cruel, e também de ruína total de sistemas políticos e governos absolutamente ocos e fracassados, "cristãos" e organizações religiosas injustos, certamente haverão de ser de extrema resistência para não ruir.
Esta é a hora em que impérios religiosos, líderes imperialistas governos ditatoriais, sistemas políticos extorsivos e cronicamente injustos comecem a se desmoronar rapidamente.
Simultaneamente, a Bíblia tem outra mensagem junto da que nos vinha advertindo minuciosamente sobre o que já está acontecendo. Porém, a calamidade e a degradação; a confusão e a hecatombe não atingiriam aos que permanecessem com Jesus, O Rei do Universo, e sim com “os que praticam atos maus, e não somente continuam fazendo, mas ainda aprovam e defendem aqueles que também assim procedem”. Rm. 1. 32.
Essa outra mensagem da Bíblia para os nossos dias nem é a pregação de um evangelho light, nem um evangelho que anuncie apenas a graça, o amor, o perdão, a tolerância, a humildade, o serviço, as boas obras. Tampouco se trata de uma pregação que denuncie o pecado, repreenda, traga à luz as coisas ocultas, examine, corrija, admoeste, expulse, corte, discipline, separe, e condene.
A maior parte destas ações é possível e até necessárias em determinados contextos, mas não necessariamente no contexto do verdadeiro e genuíno Evangelho de Jesus.
Examine, por favor, comigo de maneira sensata e desencarnada de sentimentos, idéias e predileções, e muito menos com hipocrisia. Examine à luz da Palavra de Deus junto do Espírito Santo, fazendo ‘sociologia’ necessária e filosofia inerentemente.
Toda ação repulsiva ou violenta, sempre gera também o contrário. A cada manifestação violenta, que tente impor-se ou que avance sobre os limites alheios, a privacidade dos demais, a esfera privada, sempre haverá uma reação em oposição.
Extravagância: estrafalario, excêntrico, estrambótico, estranho, raro, chocante, grotesco,
Antônimo segundo sentido da palavra extravagância:
Normalidade, palha, banalidade, despretensão, modéstia, simplicidade, despojamento, recato, sobriedade, reserva, recolhimento, segredo, chateza, singeleza, austeridade, frivolidade, trivialidade, futilidade, vulgaridade.
No entanto, uma coisa é verificar os sentimentos, as atitudes e as ações que se opõem pelo sentido oposto da palavra, ou antônimo, e outra coisa bem diferente é ver cada questão desde uma ótica que descreva ambivalências.
Por exemplo: a extravagância no uso da água pode levar a um governo a criar leis de austeridade (antônimos: extravagância-austeridade), mas uma lei ambivalente ao uso racional e necessário da água, seria, ironicamente, proibir a utilização da água ou trocar o seu consumo por coca cola...
Outro exemplo: uma ação grotesca, chocante, excêntrica seria um comportamento homossexual provocativo. Isto seria extravagante!
As manifestações do “orgulho gay” levaram a um político sugerir a manifestação do “orgulho heterossexual”. Isto é ambivalência!
Qualquer extravagância pode conviver com comportamentos de normalidade, simplicidade, de despojamento, recato, sobriedade, e até com a vulgaridade, sempre que o grau de extravagância não invada a privacidade alheia e os direitos públicos dos demais.
Entretanto, toda extravagância arbitrária, hostil, provocativa, de afronta, atrevida, atropeladora dos direitos alheios, invasora da esfera privada das demais pessoas, e violentas, necessariamente gerará sentimentos, atitudes e ações ambivalentes legítimas.
Até aqui, tudo parece justificar-se. Tudo pende para a concorrência e a habilidade de sucesso e imposição para a mudança de culturas, paradigmas morais e práticas religiosas, segundo a força, o capital e as habilidades de cada proponente do sentimento, a atitude ou a ação.
Dificilmente um governo, por mais alto conceito que tenha da população e por menos incoerente que seja em sua política, gestão e ações públicas e privadas possa controlar os sentimentos, as atitudes e as ações encontradas do povo; muito menos nos tempos em que vivemos como já referenciei, de acumulação extravagante de pecados, intolerâncias, corrupções, perversões e institucionalização do Mal.
E a Igreja como está? Escapa ela desta realidade extravagante que mina a sociedade e a domina, e prolifera descontroladamente?
Claro que não! É mais, a sua realidade é mista, inegavelmente. Assim como ela é divina, também é humana. Assim como é imaculada, é também vulnerável à contaminação. Mesmo ela sendo coluna e baluarte da verdade, da justiça e do amor, também está integrada de pessoas que violam tais valores e ainda promovem o Mal.
Qual deve então ser a mensagem que ela possa entregar ao mundo corrompido, ímpio e caótico, e a si próprio, talvez desde a voz dos que “não têm as suas doutrinas, quantos não conheceram o que aqueles chamam de profundidades”, essas “poucas pessoas que não mancharam as suas vestes”?
Agora me dirigirei a vocês. A estes que se consideram enquadrarem nas expressões bíblicas entreaspeadas, pedindo-vos pelas misericórdias de Deus que reflitam e se arrependam:
Primeiro, na Bíblia, não existe espaço para os inferiores julgar aos superiores. No caso do Juiz injusto, a mulher injustiçada devia orar dia e noite a Deus, o Juiz Justo, que lhe faria justiça em seu tempo, mas não fazer sedição, revolta, manifestação de rua, assalto, atropelo, invasão, e nenhuma ação de desrespeito e violência. Luc. 18. 1-8.
Deus não aprova a opressão. Certo! Mas tampouco aprova a rebelião e o deslocamento dos “marcos antigos que limitam as propriedades e que foram colocados ali por seus antecedentes”. Também não aprova Deus que “se ultrapasse os limites divisórios dos direitos alheios e que se invada os territórios protegidos”. Pv. 22. 28; 23. 10.
Segundo. O Evangelho é para ser obedecido, entretanto, não para ser imposto. Rm. 10. 16. Atos 17. 30.
Terceiro. A Igreja deve funcionar excelentemente com ordem, não desordem, para que os anjos que ainda permanecem obedientes a Deus não se rebelem vendo a má conduta dos filhos de Deus na terra.
Os Cinco Ministérios é um modelo de ordem. O apóstolo sempre pastoreia a pastores. O Mestre sempre é o responsável do ensino e a elaboração do cardápio e a autenticidade do alimento espiritual.
Não é normal que pessoas até rebeldes no meio do povo de Deus se erijam como “profetas”, “desenmascaradores de seitas e heresias”, “denunciadores de apostasia”, tudo suposto por eles no exercício ilegal e ilegítimo da interpretação particular e isolada da Bíblia, usurpando o ministério e o dom dos outros membros do Corpo, acumulando ministérios e poderes, sentindo-se iluminados, messiânicos, distinguidos por um suposto chamado de Deus e uma incumbência urgente, de “última hora” para a igreja, desrespeitando toda e qualquer forma e medida de ordem, sujeição, obediência, e fraternidade do Espírito necessário na vida da Igreja.
Quarto. Não se podem combater os males da alma caída por meio de outra alma caída. O Novo Testamento é claro: o espiritual se acomoda com o espiritual. Quem coloca a sua mente (alma caída) na carne, gera morte. Quem a coloca no Espírito gera vida.
A nossa batalha não é carnal, por tanto, esse sistema operacional nas igrejas de denunciar, julgar, criticar, afrontar e até o que parece “santo, justo e legítimo”: confrontar com a Bíblia, nada mais é que a ambivalente manifestação do mesmo espírito de rebelião e ira que está manifestado exageradamente no mundo, e que o domina extravagantemente.
Conta-se que um irmão recém convertido teve a oportunidade de dar seu testemunho público a respeito de sua mudança, quando retratou a forma como maltratava a sua mulher não sendo ainda do Senhor, e graficou assim: quando eu não era crente, quando brigava com a minha mulher pegava qualquer coisa que tivesse por perto, e batia nela. Agora que sou crente, quando brigo com ela só dou alguns esmurros...
Qual é a diferença? Será diferente bater na vida mundana por diferenças com o vizinho, e hoje bater com doutrinas? Por favor, não se enganem! O espírito é o mesmo, só que uns vêm com tridentes e outros com batina e gravata e uma Bíblia na mão!
Quinto. Não é questão de liquidificar o Evangelho ou justificar a sua ineqüalidade, ou qualidade de inócuo, que não provoca prejuízo; que não ocasiona danos; aquilo que é inofensivo ou não oferece perigo para determinado interesse. Que não oferece perigo moral ou psicológico a qualquer moralidade ou crença contrária; que não ofende moralmente aos seus oponentes gratuitos.
Pois, na sua prática, esse evangelho que não consegue atingir a real finalidade ou propósito existencial, poderíaser considerado como de ensinos e pregações inócuas e insossas.
Sem estarmo-nos manifestando assim, deve-se declarar radicalmente que o verdadeiro Evangelho tampouco é confrontativo, denunciador, petista (que tudo retifica) e místico (que se acham enviados por Deus para tal).
Falar a verdade, sem pregar a Verdade, o Evangelho que salva transforma e potencia, é falar a mesma mentira do mundo caído, só que disfarçada de veracidade.
Gastar e gastar-se em viver denunciando, batendo nos falsos, nos enganadores, nos erros, nas vaidades, nas fraudulências e falsificações, nas heresias e as falácias, e argumentando de maneira convincente pela Bíblia para impressionar serem messiânicos inigualáveis aos quais seguir, aproveitando-se da tremenda ignorância da Bíblia da maioria, do espírito de anarquia e rebelião que domina a sociedade, do extravagante relativismo dominante e avassalante da igreja, e do revanchismo não tanto ao poder do Evangelho senão à sua inoperância, produzirá no mínimo o seguinte:
1. Maior intolerância
2. Maior rebelião
3. Maior inclinação ao Mal
4. Maior ignorância, porque numa briga ninguém pega um livro para descobrir melhores condutas, senão que se ira e atua irreflexivamente, ou por raiva ou vingança, e então...
5. Maior violência
6. Comunhão com os que já detestavam o Evangelho, a Igreja, os Pastores, com mais razão agora eles renegarão contra tudo
7. Maior quantidade de seitas, heresias e grupos marginais e erráticos, até perigosos para a saúde da sociedade. Está acontecendo em Porto Rico. Ali é tão forte o legalismo pentecostal, que dali estão saindo as maiores seitas erráticas, para todo o mundo.
8. Confusão a respeito da Salvação e Escravidão ao Legalismo e a Ortodoxia fria, seca e sem vida.
9. Inimizades irreconciliáveis, e;
10. Injustiças incalculáveis.
Irmãos amados: Parem com isso! Evangelho é outra coisa. Se Ele é o Poder de Deus, porque pressionam, acusam, condenam, e tentar converter a todos os que pensam diferente, ou talvez estejam no pecado?
Se considerarem serem chamados por Deus para essa missão, porque não o fazem internamente na Igreja, e não em público? Por que não se submetem às autoridades da Igreja, e humildemente pedem serem examinados tanto em o que ensinam como na vida que vivem? Uma dos maiores sinais do engano é o orgulho e a obstinação em não aceitar a ninguém fora do que se pensa; muito menos um discipulador.
Que tal se por cada dia de vinte e quatro horas, e por cada escrito publicado contra a suposta apostasia que denunciam vocês pregassem na rua a uma só pessoa, não seria, por caso, muito mais valido?
Tenham em conta que Paulo nos ensinou que tudo quanto se edifique com ouro, prata, e pérolas preciosas, que tipificam a Divindade e os elementos divinos na nossa alimentação espiritual, terá recompensas, mas tudo quanto seja madeira (o melhor da cultura humana), feno (o melhor dos crentes) e palha (o pior do pecado, o maiormente perverso, errado e enganoso), se queimará totalmente no Juízo de Deus.
Acordem hoje, antes de chegar o dia em que serão culpáveis da morte eterna de milhões que os ouvem e os seguem!
Quanto mais teimem nesse falso "ministério", mas condenação se acarretam e mais ingênuos estão sendo levados ao inferno, na ingenuidade de que são zelosos da verdade e fieis para com Deus. É o conjunto Igreja, não o indivíduo que é coluna e baluarte da verdade, e sou "eu"que deve ser parte e não um apregoador apocaliptico para que os outros sejam.
Juão Batista pregava palavras duras, e ainda quando o modelo a seguir não seja ele, senão Cristo que é manso e humilde, João era categórico em favor da família e para reconciliá-los, e não de doutrinas teológicas. Mt. 11. 12-19; Lc. 1. 17.
Deus não lhes mandou fazer apologia. A obra de convencer de pecado, de justiça e juízo é do Espírito da Verdade, não nossa. João 16. 8. Deus tenha de todos nós misericórdia!
Apóstol Tito Berry

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