A maneira como a igreja primitiva se reunia era "de dia em dia e de casa em casa", quer dizer, TODOS OS DIAS E EM TODAS AS CASAS.
Os templos deveriam estar hoje, a disposição da igreja local, para os irmãos se reunirem diariamente. A imitação do homem não resolve nada. Se uma determinada denominação ou "igreja" fizer isto, não significa nada em termos de igreja. O genuíno mesmo é que os templos na cidade estejam abertos para o povo se encontrar, orar e ler a Palavra, ter comunhão uns com outros, e com a Trindade, repartir o Pão e ter a ministração dos Apóstolos, e permitir ao Espírito Santo usar a quem Ele quiser para expor a Palavra e ministrar os dons à congregação.
As casas dos salvos, todas, devem permanecer de portas abertas. Cada vez que passa um cristão elas deviam permitir-lhe entrar para adorar e orar juntos, e ajudar-se mutuamente.
Na atualidade isto pode ser aparentemente impossível e até perigoso. Mas, o Novo Testamento não nos deixa sem orientação adequada e suficiente, e quando de atualização se tratar, os Apóstolos estão ai para reorientar contextualizadamente.
Os primeiros cristãos eram CONHECIDOS por seu INVOCAR O NOME DO SENHOR. Se para admitir a alguém em nossa casa para igrejar lhe pedimos a credencial da classe de batismo pelo que passou, a certificação da denominação que pertence, o nome ou carta de recomendação do pastor que o preside, ou qualquer outra certidão escrita, declarada ou manifesta, estaremos possibilitando duas saídas no mínimo:
1. Que o Inimigo nos engane;
2. Que não alcancemos nenhuma comunhão, e assim o Diabo paralisa a igreja.
1. Que o Inimigo nos engane;
2. Que não alcancemos nenhuma comunhão, e assim o Diabo paralisa a igreja.
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