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APÓSTOLOS. URGENTE!

Há pouco dialoguei com um Profeta, quem me disse que ele aceita um "espírito apostólico" na igreja, e não apóstolos.

Imaginem se só pudéssemos perceber na igreja apenas um espírito pastoral e um espírito profético...

Considero um lado preocupante nos pastores não aceitarem profetas e apóstolos na igreja, assim como também considero parcial a atitude dos profetas para com os apóstolos.

Vejam. Quem determina nos dias de hoje que uma pessoa esteja realmente qualificada em tudo para ser pastor.

É vergonhoso como os pastores vão para a TV e lá afirmam: Na minha igreja os pastores são qualificados com tal ou qual método... Como se fosse qualquer coisa reconhecer pastores, tal que a "minha igreja" tem um método e a sua tem outro método.

Será que Cristo, que é o dono da igreja, esqueceu de estabelecer a forma certa e única de estabelecer pastores? Ou será que Ele deixou esse assunto na discrição das denominações em particular?

É tanta bagunça neste assunto, que vemos pastores sendo levantados até de emergência entre os indoutos. Porém, por outro lado, muitos ministros e muitas denominações estão complicando enormemente a entrada ao Ministério de verdadeiros homens e mulheres de Deus.

Por quê me referi inicialmente aos pastores, quando o título desta mensagem relaciona aos apóstolos?

Porque são os pastores que foram, figuradamente, "os donos da igreja" por pelo menos 15 séculos.

Então são eles que deviam ter a total e mais perfeita qualificação e acreditação como tais, para logo legislar e executar sobre apóstolos, já que estes tinham desaparecido da igreja nesse tempo, sem analisarmos aqui agora os seus porquês.

Entretanto, por mais de quinze séculos ficou claro que eles não estão qualificados para administrar a IGREJA a sós.

NECESSITAMOS URGENTEMENTE APÓSTOLOS PORQUE...

  • Temos 19 séculos (no mínimo) de uma igreja doente e dividida por falta de apóstolos;
  • Temos 19 séculos de pastores desqualificados e fieis sofrendo e maltratados;
  • Temos 19 séculos de falsos pastores, falsos profetas e falsos mestres e evangelistas falsos, maltratando à igreja e à Sociedade;
  • Temos 19 séculos de ministros sobrecarregados na Obra da igreja, o que também gerou igrejas deformes;
  • Pastor não pode julgar pastor. Deve haver um ministério superior ao pastoral para julgá-los. A Bíblia descreve o modelo estabelecido: Apóstolos estabelecem e julgam pastores ou anciões locais;
  • No Novo Testamento há uma segunda camada de apóstolos, entre eles Timóteo, Epafras e Tito, os que estavam autorizados a julgar anciões ou presbíteros, ou pastores ou bispos, igualmente Líderes das igrejas locais. Estes aparecem também como Apóstolos, mas eu prefiro considerá-los Apóstolos Auxiliares (ou em aprendizado)

    Esta acepção implicaria que alguns dos pastores ou bispos da Classe Dominante nos 19 séculos mencionados estariam qualificados para julgar pastores, sempre que não careçam da visão apostólica, a doutrina dos apóstolos, e a devida sujeição entre ministros;
  • Alguns destacados pastores, por razões que não é o momento nem o espaço para examinarmos as razões, vão à TV e se tornam "grandes" às custas de muita dor no Corpo de Cristo, e logo, quanto mais sucesso particular têm, mais cooperam para a divisão da igreja, mesmo beneficiando com os seus dons e obras a milhares, e isto, só verdadeiros apóstolos podem dirimir, julgar e estabelecer disciplinas que sejam respeitadas por todos;
  • Nenhum avivamento da IGREJA será possível enquanto os pastores se destaquem por denominações ou comunidades, sem uma genuína unidade local;
  • Profetas genuínos, e outros falsos, estão desestabilizando a própria congregação ou igreja denominacional, muito pior a IGREJA LOCAL unida;
  • Há uma tremenda deserção de fieis das igrejas evangélicas, "desigrejados" e renegados com a fé cristã;
  • O povo evangélico está totalmente desorientado. Assim como tal vez 50 % está a favor dos grandes evangelistas televisivos, os prováveis 50 % restantes está em contra, e os evangelistas, profetas, mestres e pastores até hoje não conseguiram unificar a fé dentro da igreja.

    Lá fora, tudo bem; o Mundo é Relativista mesmo, mas a igreja não pode jamais ter duas fé fundamental. Tem fé que divide e que até se encarrega de aprofundar a divisão. Mas o que é genuinamente apostólico traz a única fé evangélica, e é também genuinamente crístico, e por tanto, bíblico e divino.   

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