Jerusalém matava aos profetas que o Senhor enviava a ela. Enquanto o templo significava o lugar onde Deus se manifestava na Terra, e desde o qual se contatava com o homem, Jerusalém significava o Sistema de Comunicação humano-divino.
Hoje nossa Jerusalém é o Sistema denominacionalista extorsivo, abusivo e escravizante que interfere no “templo de Deus” com um mentoramento carnal e novaerista.
Esse Sistema caminha paralelamente com “a Cidade Santa”, o Projeto de Deus para instaurar na Terra o Seu Centro de conexão com o homem, e ali se encontrar com ele e receber dele a devida adoração.
Desde o começo, Satanás falsifica e imita os planos e projetos de Deus. Se traçarmos uma linha desde Gênesis até Apocalipse, encontraremos a visão de Deus planificada para “uma cidade”, e enquanto a Denominação Cristã não tentar mudar os limites impostos por Deus, e transpor eles, criando poderes regionais, estaduais, nacionais e internacionais, não haveria problemas; o denominacionalismo não existiria. “Ismo” sempre é mau!
Essa falsificação também obriga a ereção de ícones que monitorem o Sistema Mata Profetas, e comumente são os líderes que alcançaram fazer crescer numericamente as suas “igrejas”, e aparentemente vivem um sucesso estável, que se levantam ou são levantados para “mentores” (ideia espiritista que a Nova Era adotou no seu ecletismo anticristo), os quais se encarregam de matar aos profetas de Deus com recomendações e prevenções (na base de suas experiências pessoais e não na Palavra de Deus), direção (na base de filosofias e não da Revelação Bíblica), e com estratégias (que para eles funcionaram, e as adoram como modelos infalíveis, limitando, quando não eliminando a ação sábia e sempre oportuna do Espírito Santo).
A Autoridade de Deus não está neles. Depois de uns anos de seguimento irrestrito de pastores aos seus implacáveis mandamentos, todas essas igrejas morreram, ou se dividiram, ou no mínimo, o profeta se profissionalizou, prescindindo agora do Espírito Santo.
Assim desvirtuaram o Discipulado revelado ao Pastor Juan Carlos Ortíz, que depois Cezar Castellanos o mercantilizou e Yong Cho o esquematizou, ambos na visão do mercadejo piramidal. Desvirtuaram as células, anexo à mesma visão ao sempre fiel servo Ortíz, coam o mosquito (pequenos e simples servos de Deus com Palavra, unção, vida e testemunho), tragando os camelos dos grandes oradores, mentores, vendedores de formação em capelania e em ministério simplesmente mercantilistas sem qualquer compromisso com a igreja na cidade, e a sua saúde como única igreja, unida, visível e prevalecente localmente.
A Autoridade genuína para ser imitada como em Paulo (1ª.Cor.11.1), gera unidade e fortalece aos líderes da igreja local para que sejam plenos aperfeiçoadores dos membros, e os levem a aprender e a vivenciar uma verdadeira e ampla atividade de “ajuda mutua” para a saúde pessoal do salvo, e corporativa da igreja como cidade de Deus, assentada sobre um monte.
Há genuína autoridade de Deus na cidade, na visão e o projeto de Deus, capaz de aglutinar os “profetas” (todos os ministros de Cristo) sem que ela busque destaque como superior, e requeira para Si obediência irrestrita, mentoramento seletivo, ônus profissional, e concentração no elemento “ismo”, como se os pastores, profetas, mestres e evangelistas fossem fantoches de suas pretensas incorporações paulinas e messiânicas que Cristo “não perdoa” (2ª.Pd.2:4-9) nem perdoará, e depois nos lamentamos as suas quedas estrepitosas e vergonhantes.
Não é necessário romper com as estruturas humanas. Porém, é imprescindível preparar-nos como vasos, para que o Espírito Santo nos molde ao Modelo do Senhor da Igreja.
A solução é voltarmos a nos reunir os pastores (não para o destaque carnal de uns, pretendendo ser reconhecidos como superiores, ou achando-se tais, que nem escutam aos outros, e nem os considerar necessários para o diálogo), e tão somente mantermos comunhão na Palavra, o Espírito, e no nível da nossa humanidade, tal qual somos, a fim de podermos crescer em confiança, maturidade e companheirismo.
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