O Novo Testamento especifica a Fé Fundamental da Igreja em sete pontos, nem seis nem oito. O Cristianismo virou a falsificação da Igreja, e se tornou uma Religião por discutir e divagar em discussões estéreis sobre pontos intermináveis da fé cristã. Se a Fé da Igreja incluísse tantos pontos quantos somam as diferentes Teologias das diversas correntes denominacionais cristã, então, como poderia Paulo saber que estava acabando a Carreira da Fé, e recomendar-nos guardar a Fé? Que é essa Fé que “foi dada uma vez para sempre aos santos”?
E admitindo divisões, partidarismos, diversos graus de entendimento e de crescimento na Fé, quando se chegaria à unidade da Fé?
E admitindo divisões, partidarismos, diversos graus de entendimento e de crescimento na Fé, quando se chegaria à unidade da Fé?
Se essa Fé fosse indefinida, interminável e complexa, como a Igreja poderia aparecer no Mundo como Coluna dela, da Verdade? E se Paulo terminou, no tempo, de batalhar a Boa Batalha da Fé, então, bem que ele pode nos explicar que é essa Fé!
Por um estudo exaustivo e incontaminado de ideologias, partidarismos, sectarismos, heresias e denominacionalismo, preferências, gostos e motivações particulares e pessoais, concluímos no Novo Testamento estar descrito os sete pontos da Fé Fundamental da Igreja, única e suficiente:
1. Nossa Bíblia: O primeiro Item da Fé é a Palavra de Deus, as Escrituras, a Verdade, a própria Fé, segura e firme âncora, as Profecias conhecidas e reconhecidas pelos Judeus primitivos e os gentis convertidos e juntos como “A Igreja” que Cristo fundou, como 66 livros inerrante, inspirada, autoritativa, completa e fiel.
2. Deus Tri-Uno: Pai, Filho, Espírito Santo. Um único Deus, em Três Pessoas igualmente coinerentes e igualmente coexistentes. Quer dizer, pela coexistência, um não vive sem os outros, e onde vive um, vem os três. Pela coinerência, um está dentro do outro interexistindo e interagindo eternamente.
3. O Cristo de Deus: Perfeitamente Humano. Completamente Divino.
4. As Obras de Cristo: Encarnação. Viver Humano Sem Pecado. Ministério Terreno. Morte. Ressurreição. Ascensão. Envio do Espírito Santo. Ministério Celestial. Segunda Vinda.
5. Nossa Comum Salvação: Pela fé e o arrependimento, a confissão do Nome que é sobre todo nome, JESUS CRISTO, por graça, não por obras, como O Caminho. A Verdade e A Vida para andarmos em boas obras preparadas por Ele para nós.
6. A Igreja: Localmente uma e Universalmente Uma circunscrita às Cidades ou jurisdição de Governo Humano (daí que Romanos 13 também nos asseguram que toda autoridade humana é de Deus), e como no Sermão do Monte fica claro, uma cidade assentada sobre um monte pode ser vista; assim a Igreja, se não está devidamente delimitada por alguma medida, neste caso, uma cidade, nunca ela seria vista nem identificada. Universalmente, em tempo (a do começo, a dos Séculos das Trevas, a de mil anos atrás, a de hoje; e em espaço (no Japão, na Índia, nos EUA e no Brasil) igualmente.
7. A Alimentação Espiritual: Embora este item venha sendo desenrolado desde o Antigo Testamento, o texto mais claro é João 6, e a descrição dele quem melhor aborda em detalhe é o Apóstolo Paulo.
Expressões tais como Pedra que cresce. Edifício que cresce. Lavoura. Seara. Messe. Campo. O Cristo que cresce em nós. Corpo vivo que se alimenta, é sadio, sem mancha nem rugas, nem coisa semelhante a estas, Igreja preparada, Noiva ataviada, Transformação, à medida da estatura do Varão Perfeito, e finalmente a própria Igreja descendo dos Céus como Uma Única Cidade onde os seus Membros são Pedras Transparentes de tão purificadas e aperfeiçoadas, e onde Cristo é o Rei, a Cabeça e Ela o Corpo, a Noiva, a Esposa pela Eternidade, descrevem clara e amplamente que os seis itens anteriores são possíveis e unicamente possíveis, ao praticarmos o item número sete desta Verdade Única e Suficiente para a Igreja.
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